segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ultima Carta

Estou indo em bora
Mas não pra sempre, pretendo volta só não sei a hora o dia,
Pego o ônibus das seis  sem destino sem rumo, talvez uma boa chegada e a pior despedia.
Agora é e de verdade estou indo, levando as lembranças os momentos as esperanças.
A sua imagem em meu pensamento, o seu cheiro em meu travesseiro  o seu calor.
talvez esteja errado em deixar, mas nunca te deixei sempre estive com você, e sempre trouxe
você comigo em minhas orações em minhas preces, te carreguei  te levei a lugares que já mais viu, em fantasias que jamais existiu eu te levei, abri mão de mil e um motivos que fizesse me parar no meio do caminho, enfrentei as suas tempestades como um nobre velejador em um mar.
Talvez não tenha chegado a um certo objetivo, que te fizesse chegar a um ponto de paz em estabilidade ampla e eterna, mas te digo com todas as minhas letras com o ultimo folego que.
Tentei mais falhei.
Por isso não se esqueça de que um dia eu fui alguém em sua vida, em que te amostrou o caminho,
o que te protegeu em noites estranhas o que um dia te fez feliz, “Um” que um dia te amo.
Estou indo não por covardia, mas por não suporta o desespero o coração farto de não ter
sua alma de não ter sua presença por mais que esteja longe por acordar e ver que não se passou de um sonho, talvez ambos não entenda mas quem entende somos nós.

Estou indo mais quero e espero que leia esta “Ultima Carta”
Não sei se vou poder dizer agora, não sei se quando volta vou te achar, talvez não.
Mas quero que saiba que um dia eu sempre te amei.  PS: little


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